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a Enfermagem brasileira em foco
Projeto de extensão no Programa Saúde na Escola

ESTÁGIOS

O estágio constitui-se como espaço para o desenvolvimento complementar das competências e habilidades inerentes ao perfil do egresso, a partir de experiências vivenciadas no mundo profissional, como preparação para o enfrentamento dos desafios de sua futura profissão. É entendido, portanto, como ato educativo supervisionado e desenvolvido no ambiente de trabalho, com vistas a preparar o ALUNO para o trabalho produtivo, desde que esteja regularmente frequentando o Curso. O ALUNO poderá requerer aproveitamento do Estágio não-obrigatório, que será acrescido à carga horária obrigatória do curso, como atividade complementar.

O Estágio Curricular Supervisionado está preconizado nas DCN para os Cursos de Enfermagem e regulamentado pela Lei de Estágios Nº 11.788/2008. É uma atividade acadêmica que objetiva proporcionar ao aluno o desenvolvimento de competências e habilidades técnicas, científicas e humanas, em que, inserido nos serviços de saúde, fortalece sua relação com os usuários e os membros da equipe, sendo capaz de refletir de forma crítica as situações vividas nestes cenários e organizar o processo de trabalho em saúde. Objetiva ainda, a aplicação do conhecimento associado à prática profissional, oportunizando o exercício de novas atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de uma visão crítico, reflexiva e empreendedora, estimulando suas potencialidades.

ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS

O Estágio não-obrigatório é uma atividade supervisionada opcional, tendo como base as DCN, as resoluções normativas e demais regulamentações internas da FISMA e a Lei nº 11.788/2008 (Lei do Estágio), que dispõe sobre o estágio dos estudantes. A responsabilidade gerencial do Estágio não–obrigatório, nos cursos da FISMA, é da Coordenação Geral de Estágios da Instituição (CGE).

As vivências no estágio deverão ser inerentes e específicas à formação profissional do enfermeiro e centradas em princípios científicos e éticos, conforme as DCN do curso e do respectivo PPC. As experiências desenvolvidas pelo (a) estagiário (a) devem constar em um plano de trabalho, elaborado de forma conjunta pela instituição de ensino e pela Organização concedente.

Os campos de Estágio não-obrigatórios são ofertados pelas Instituições e pelas Organizações, juridicamente constituídas, de direito privado ou público, que apresentam às condições exigidas no artigo 9º da Lei nº 11788/2018, e que oportunize ao estudante estagiário as condições para desenvolver as competências e habilidades previstas no PPC, por meio da execução do Plano de Trabalho.

ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS

O Estágio Curricular Supervisionado está preconizado nas DCN para os Cursos de Enfermagem e regulamentado pela Lei de Estágios Nº 11.788/2008. É uma atividade acadêmica que objetiva proporcionar ao aluno o desenvolvimento de competências e habilidades técnicas, científicas e humanas, em que, inserido nos serviços de saúde, fortalece sua relação com os usuários e os membros da equipe, sendo capaz de refletir de forma crítica as situações vividas nestes cenários e organizar o processo de trabalho em saúde. Objetiva ainda, a aplicação do conhecimento associado à prática profissional, oportunizando o exercício de novas atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de uma visão crítico, reflexiva e empreendedora, estimulando suas potencialidades.

O Estágio Supervisionado é desenvolvido em diversos cenários de prática dos serviços de saúde, nos diferentes níveis de atenção, a fim de atender os princípios éticos legais e contemplar sua formação profissional. Também, está imbuído de incorporar aluno, professores e profissionais do serviço, articulando ações efetivas no processo de trabalho, valorizando o protagonismo na formação.O Estágio Supervisionado I e II contemplam 20% da carga horária total do curso, perfazendo 810 horas entre o 9º e 10º semestre, e o aluno deve cumprir integralmente (100%) da carga horária.

Na disciplina de Estágio Supervisionado I e II, o aluno estará sob a orientação de um professor enfermeiro e na supervisão local pelo profissional enfermeiro com competência na área de estágio. As visitas in loco pelos professores orientadores nos campos de estágio, ocorrem conforme cronograma elaborado semestralmente. A construção de saberes e fazeres ocorre nas orientações ampliadas de estágio entre aluno e professores orientadores com datas previamente agendadas. Neste espaço são discutidas as potencialidades e fragilidades do serviço, das equipes e dos processos de trabalho estabelecidos, com vistas à aquisição das competências exigidas na formação do enfermeiro.

A metodologia problematizadora, possibilita uma formação em enfermagem contemporânea, capacita os alunos a construir conhecimentos para intervir nos problemas relativos ao processo saúde-doença num cenário em que as constantes mudanças desafiam um conjunto de competências resolutivo. Nessa lógica, busca-se fomentar a resolução de problemas, ora de forma independente ora na coletividade.

COORDENAÇÃO GERAL DE ESTÁGIOS

A FISMA oferece aos seus alunos, um setor especializado na gestão dos estágios curriculares dos alunos: a Coordenação Geral de Estágios (CGE), que tem como objetivo promover a interação entre os alunos de graduação e do técnico profissional da FISMA com o mercado de trabalho, facilitando o acesso a oportunidades, para desenvolvimento de uma boa prática profissional. Além disso, busca estabelecer parcerias diretamente com empresas, instituições ou órgãos governamentais, para a prática do aprendizado teórico-prático da sala de aula por meio do estágio obrigatório ou não obrigatório, realizando todos os trâmites legais e necessários. Seu trabalho é baseado nas Diretrizes e Normas para a Atividade de Estágio na FISMA, nos Projetos Pedagógicos e Planos dos cursos e na Lei Federal de Estágio nº 11.788/2008.

CONFIRA ALGUMAS EXPERIÊNCIAS

  • O estágio não obrigatório me trouxe como benefício a oportunidade de adquirir experiência profissional em uma área da enfermagem, ainda durante a graduação. Poder vivenciar diariamente as atividades do enfermeiro e relacionar teoria e prática foi muito válido. Hoje compreendo que o enfermeiro é um integrante fundamental no serviço, pois desempenha diversas funções, todas de extrema importância, sempre visando o bem estar do paciente. Ser enfermeiro vai além da gestão e assistência. Ele precisa ter um olhar diferenciado para cada situação, afim de resolvê-la da melhor e mais rápida forma possível, agindo com empatia diante do paciente, família e equipe. Ainda, existe o fato de ter sido uma bolsa remunerada, o que me auxiliou financeiramente. Através da FISMA, consegui crescer pessoal e profissionalmente e sou grata pela experiência que agregou muito para minha formação.

    Andrea Carvalho da Silva
    Andrea Carvalho da Silva
  • As matérias teóricas iniciais foram de extrema importância para subsidiar o conhecimento necessário às práticas finais do curso. Contudo, as disciplinas finais foram as que me lapidaram enquanto enfermeira. Posso afirmar que os campos práticos disponibilizados para realização dos estágios finais foram riquíssimos, possibilitando o amadurecimento para realização da práxis em enfermagem com autonomia e segurança. Posso finalizar acrescentando que após a realização desses estágios, um deles na atenção secundária referência no serviço de Urgência e Emergência de Santa Maria decidi realizar a prova da Residência para essa área. Me formei em Janeiro de 2020 com a satisfação de ter recebido o Certificado de Honra ao Mérito como melhor aluna da turma e hoje sou Enfermeira Residente em Urgência Emergência e Trauma, muito realizada e feliz por tudo que conquistei.

    Natiele Flores
    Natiele Flores
  • Durante a prática da disciplina de "Gerenciamento nos serviços de saúde" no ambulatório do Hospital Casa de Saúde, as experiência foram maravilhosas. Participei, observei, questionei e aprendi muito, pois há um vasto campo de possibilidades práticas no ambulatório. Nos primeiros dias auxiliei na realização de uma punção lombar, fiz um curativo extremamente complexo em neuropatia diabética e acompanhei as especialidades otorrino e obstetrícia em consultas. Conversando com os pacientes atendidos conheci várias histórias e aprendi sobre a realidade do atendimento no Sistema Único de Saúde. Sendo assim, até o presente momento considero uma das melhores experiências práticas na graduação.

    Maiéli Canova
    Maiéli Canova
  • Na minha percepção, os estágios não obrigatórios me proporcionaram prática profissional vinculada ao ensino ministrado em aula e, também, foram momentos em que foi possível aprimorar os conhecimentos e técnicas adquiridos durante a graduação. Como acadêmica do último semestre de Enfermagem posso, com convicção, dizer que os estágios foram essenciais para a minha formação profissional. Cada um dos campos práticos me possibilitou desenvolver a capacidade de atuar criticamente de forma empática e humana, ampliar meu conhecimento e prática relacionados às competências e habilidades específicas do profissional enfermeiro, bem como estabelecer o tipo de profissional que quero ser após graduada. Vale ressaltar a importância e colaboração de cada supervisor, desde o primeiro contato prático, que me mostrou "o caminho" a ser seguido com ética, respeito e dignidade.

    Gabrielle Dias
    Gabrielle Dias
  • Sou grato pela confiança e oportunidade que me foram concedidas, de poder realizar o estágio não obrigatório dentro de um grande hospital e poder ter o acesso diário a um mundo no qual eu não tinha contato e só conhecia basicamente na teoria. A experiência tanto profissional quanto pessoal que pude adquirir durante todo esse tempo, foram muito especiais. Os benefícios trazidos serão levados para a vida toda. O estágio não obrigatório me proporcionou uma experiência voltada ao mercado de trabalho e uma vivência prática de minha futura formação. Ter contato e poder atuar com profissionais experientes e viver situações realistas da minha área de atuação todos os dias foi incrível. A oportunidade de vivenciar a rotina profissional estando ainda na graduação é outra grande vantagem. Só tenho a agradecer por todo o tempo em que estive como estagiário, e tenho a certeza que tudo que passei durante todo esse período valeu muito a pena.

    Jean de Menezes Braz
    Jean de Menezes Braz
  • Durante a minha trajetória acadêmica, tive a oportunidade de realizar estágio não obrigatório em um Hospital privado de Santa Maria - RS, o qual me proporcionou oportunidades essenciais para minha formação, pois através dele consegui adquirir conhecimentos e habilidades que serão de extrema importância não só na construção da minha carreira, mas também no amadurecimento pessoal. O estágio não obrigatório é uma forma de preparar o estudante para estar apto para ingressar no mercado de trabalho.

    Nathacha Bech Schuster
    Nathacha Bech Schuster